Consulta Coleção Especial e Periódicos
Pré-cadastro Biblioteca do CFCH/UFRJ

O Regimento interno da Biblioteca do CFCH/UFRJ foi atualizado e publicado pela Decania do CFCH no Boletim da UFRJ, n. 30, p. 16-18, 29 jul. 2021. Para esta atualização foi constituída uma equipe composta pelo servidores: Adriana Almeida Campos, Camila da Silva Teixeira, Érica dos Santos Resende e Felipo do Nascimento Mota Lima.
DECANIA DO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
PORTARIA Nº 5873 DE 22 DE JULHO DE 2021
Aprova o Regimento Interno da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. O Decano do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo art. 46, inciso 9 do Regimento Geral da UFRJ, e considerando a necessidade de regulamentar a utilização das instalações, do acervo e dos serviços da Biblioteca do CFCH, RESOLVE:
Art. 1º – É aprovado, na forma dos Anexos I e II, o Regimento Interno da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
Art. 2º – Este ato entra em vigor na data de sua publicação.
Publicado em 29/07/2021.
A Biblioteca do CFCH completa 50 anos em 2021. O regimento do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) aprovado pelo Conselho Universitário da UFRJ em 25 de novembro de 1971 menciona as atribuições da biblioteca central em seu artigo 26. Nesta ocasião já existia uma biblioteca que atendia aos cursos de graduação com o acervo vindo da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi). Em 1977 a UFRJ recebeu parte do acervo do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e foi preciso expandir os espaços ocupados pela Biblioteca do CFCH. Os primeiros anos foram de conquistas de espaços e de organização do acervo existente.
O início da década de 1990 é marcado pela centralização das bibliotecas dos programas de pós-graduação em Psicologia, Serviço Social e Educação. Outro destaque desta época é a inauguração do Espaço Anísio Teixeira que abriga a coleção do CBPE/INEP.
O novo século trouxe mais desafios de adaptação dos espaços às necessidades do público, do crescimento do acervo com as doações de coleções de professores e da incorporação da Biblioteca da Pós-Graduação da Escola de Comunicação. Outro fato importante do período foi informatização do catálogo bibliográfico e a inauguração do Espaço de Leitura.
As unidades atendidas pela Biblioteca do CFCH, na Praia Vermelha, são: Comunicação, Educação, Psicologia, Serviço Social e o Núcleo de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida, além dos demais cursos do campus e a comunidade em geral.
Atualmente, devido a pandemia de COVID-19, a Biblioteca do CFCH precisou se reinventar e partimos para a produção de conteúdo para divulgar produtos e serviços nas mídias sociais.
Esse cinquentenário é muito especial. Estamos preparando uma série de atividades virtuais, junte-se a nós nessa comemoração.
Conheça a nossa história:
– A Vitrine da Memória de uma coleção especial (2019)
– O Acervo INEP na UFRJ: 30 anos … e muita história pra contar (2008)
– Acervo CBPE/INEP na UFRJ – Processamento Técnico (vídeo).
– Podcast Minuto da Biblioteca Série #bibliotecadocfchfaz50

Publicado em 26/07/2021
1 AUDIOLIVROS GRATUÍTOS:
Acessibilidade em foco – Produzido e mantido com a colaboração de pessoas com deficiência visual. Apresenta conteúdo variado: livros acessíveis, receitas, tutoriais de uso de aplicativos e fonte de programas de computador.
AUDIOTECA Brasil – É um projeto de pesquisa e extensão universitária, produzido pelo Laboratório de Mídias Digitais (LabMiD): usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e pelo Grupo de Pesquisa em Interações Digitais (GRID). Trata-se de um repositório de audiolivros digitais de acesso livre, elaborados a partir de gravações originais de clássicos da literatura brasileira cujos direitos autorais estejam em Domínio Público. O projeto interdisciplinar presta-se, assim, a preservar a memória literária da língua portuguesa e a torná-la mais acessível à sociedade. À curadoria das obras gravadas e disponibilizadas gratuitamente em versões de áudio, articula-se a instância da pesquisa documental e bibliográfica.
Audioteca Sal & Luz – Instituição filantrópica, que produz e empresta de forma gratuita livros falados (audiolivros) para pessoas com deficiência visual em todo território nacional. Possui mais de 1.700 associados e conta com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.
Audio Books HQ – AudioBooksHQ permite que você baixe e ouça sob demanda, de forma gratuita.
Biblioteca Digital e Sonora/UNB – Criada com o objetivo de atender a demanda dos deficientes visuais (da Universidade de Brasília e da comunidade em geral), coletando, reunindo, organizando e armazenado materiais em formato digital a fim de satisfazer as necessidades de informação de seus usuários.
Dorinateca – Espaço web mantido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. Basta fazer um pequeno cadastro para ter acesso a livros em formato Daisy, livros falados e livros em Braille, tendo direito a fazer até três downloads mensais. Também existe a possibilidade de downloads dobrados no mês de aniversário.
Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.
O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.
LibriVox – Audiolivros de domínio público gratuito, lido por voluntários de todo o mundo. Os audiobooks LibriVox são gratuitos para qualquer pessoa ouvir, em seus computadores, iPods ou outro dispositivo móvel, ou para gravar em um CD.
Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.
A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.
Portal Cegos Brasil – Disponibiliza séries com áudio descrição, filmes com áudio descrição, novelas com áudio descrição, minisséries com áudio descrição, desenhos com áudio descrição, animes com áudio descrição, audiolivros gratuitamente.
Rede Brasileira de Estudos e Conteúdos Adaptados (REBECA) – É uma rede de cooperação entre Instituições Públicas de Ensino Superior com o objetivo de intercâmbio de informações técnicas e compartilhamento de catálogos e acervos adaptados, destinados ao atendimento e suporte informacional acadêmico a pessoas com deficiência visual.
Vision Vox – Tem como finalidade, promover a acessibilidade a livros de todos os gêneros possíveis. Foi criado por deficientes visuais na intenção de promover o acesso a leitura de livros por muitos outros deficientes. A intenção desse trabalho é proporcionar a leitura e acesso aos livros não impressos em Braille.
2 LIVROS EM LIBRAS GRATUITOS
Arara Azul – Com suas três empresas: Editora Arara Azul, Arara Azul Educacional e Centro Virtual de Cultura Surda e Diversidade tem por missão o desenvolvimento de ações destinadas à valorização das línguas gestuais, orais e/ou escritas, à promoção das culturas surda e ouvinte e à aceitação das diversidades humanas. Disponibiliza livros em LIBRAS (alguns de forma gratuita).
Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.
Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.
A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.
Repositório Digital HUET – Repositório do INES que disponibiliza textos, vídeos imagens, animação, jogos, livros, acessíveis para pessoas com deficiência auditiva.
3 SITES SOBRE ACESSIBILIDADE/INCLUSÃO
Acessibilidade na prática– Blog elaborado por Frederico Rios que busca: fiscalizar, informar, denunciar, conscientizar sobre acessibilisade/inclusão.
Bengala legal – Apresenta artigos, vídeos, notícias sobre acessibilidade, inclusão social, desenho universal e políticas públicas que regem os assuntos sobre pessoas com deficiência.
Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (FADERS) – Tem como missão propor, articular, coordenar e promover, em conjunto com a sociedade e através da participação desta, a implantação de políticas públicas que garantam a cidadania das Pessoas com Deficiência e das Pessoas com Altas Habilidades, em todas ás áreas de atuação do Estado.
Fundação Dorina Nowill para cegos – É uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há mais de 70 anos, se dedicando à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das formas como fazem isso é por meio da produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.
Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – Atende em torno de 600 alunos, da Educação Infantil até o Ensino Médio. A arte e o esporte completam o atendimento diferenciado do INES aos seus alunos. O ensino profissionalizante e os estágios remunerados ajudam a inserir o surdo no mercado de trabalho. O Instituto também apóia o ensino e a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e ainda atende a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social.
Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.
O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.
Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.
Pessoas com deficiência – O site apresenta o seguinte conteúdo: artigos, capacitação, concursos públicos, educação especial, leis e jurisprudência, mercado de trabalho, dentre outros assuntos sobre deficientes e acessibilidade.
4 TECNOLOGIA INCLUSIVA GRATUITA
Aplicativos de celular para pessoas com deficiências – Apresenta uma seleção de aplicativos testados e desenvolvidos especialmente para pessoas com deficiência.
Aramumo – É um jogo desenvolvido por estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a fim de estimular a aprendizagem em crianças e jovens com dislexia. O aplicativo também pode ser usado por pessoas com dificuldade de aprendizado ou com deficiência intelectual. No jogo, o usuário precisa resolver palavras-cruzadas com o uso de sílabas. Disponível para sistema Android.
Be My Eyes – é um aplicativo para iPhone e iPad que permite ajudar a cegos do mundo inteiro por meio de videochamadas. De forma voluntária, qualquer pessoa pode se cadastrar para ajudar a descrever o que aparece no vídeo a alguém precisando de auxílio, seja a validade do leite ou o ambiente ao redor da pessoa.
Big Laucher – Disponibiliza uma nova interface com ícones grandes e alto contraste na tela. Gratuito mas para ter todas as funcionalidades tem que adquirir a paga.
BlindSquare – Para Deficientes Visuais – O aplicativo tem como função indicar a localização por voz. Ele lhe diz o ponto exato em que você está e dá indicação de rotas para chegar ao endereço desejado, também indicado ao GPS do smarthphone ou tablet via comendo de voz. Disponível apenas para plataforma Android. O bacana é que dá até para fazer check in como no Foursquare do Android apenas por comando de voz.
Bus Alert – Para Deficientes Físicos e Visuais – Para quem pega ônibus e tem dificuldade de locomoção, esperar em um ponto pode ser complicado. O Bus Alert é feito para indicar o trajeto do ônibus e o quanto ele está distante do ponto de parada. Infelizmente ele só está disponível para os moradores de Ribeirão Preto e São Paulo para as plataformas Android e Java, mas vale a iniciativa para ser usado em todo o Brasil. O Bus Alert serve sobretudo para os deficientes visuais, pois alerta sobre a proximidade do ônibus via comando de voz.
Clapp-in: aplaudindo os lugares acessíveis – Clapp-in funciona como uma bússola para quem possui necessidades especiais. Com o app – e o recurso de geolocalização do celular ativado -, você pode encontrar bons lugares acessíveis da cidade. A pesquisa pode ser por espaços planejados para quem possui uma deficiência específica (ex: lugares indicados para pessoas com deficiência auditiva), ou por categorias, como universidades, vida noturna, restaurantes e residências acessíveis.
Comando de voz do Google Store – Para Deficientes Motores – Para quem tem problemas de digitação por amputação ou doenças como Parkinson, o aplicativo de comando de voz presente no Android irá detectar o microfone e digitar todas as palavras faladas perto do aparelho. Ele é gratuito e automático para quem tem Google no aparelho e bem simples de usar. Ajuda em quem tem problemas de firmeza nas mãos ou não sabe usar o teclado automático também da tela touchscream.
CPqD Alcance – É um projeto da instituição brasileira disponível gratuitamente na loja do Google. O sistema é um guia completo para deficientes visuais, com narração automática da tela e com auxílio para quase todas as funções básicas e avançadas do celular. Disponível para Android 4.0 ou superior, o sistema é de simples navegação e tem configurações que tentam manter a privacidade do usuário, permitindo que ele escreva sozinho. Após instalado, o CPqD Alcance já se torna a interface padrão do celular, sem a necessidade de cadastro.
Dinheiro Brasileiro – O Aplicativo Dinheiro Brasileiro auxilia as pessoas deficientes visuais a reconhecerem o dinheiro. O seu funcionamento é preciso, não depende de internet para fazer o reconhecimento das notas. O usuário deverá a cada identificação clicar no ícone que fica na parte superior da tela para fazer um novo reconhecimento. Ele está disponível na loja do Google e é grátis.
Dosvox – O sistema Dosvox não é propriamente um leitor de telas, mas um sistema de acesso a computadores para deficientes. Possui recursos interessantes, como editor de texto, calculadora, agenda, jogos, dicionário etc.
ESNews – Para Deficientes Visuais – Este aplicativo é uma alternativa de leitura, pois ele lê a matéria completa dos principais jornais espanhóis e acessa suas redes sociais, lendo também os textos e postagens de amigos. É gratuito e pode ser feito o download para uso apenas em iPhone, iPad e iPhone Touch.
Expressia – Muitas pessoas são incapazes de se expressar pela fala. E então, como saber o que elas pensam? E se existisse um recurso acessível e intuitivo que ajudasse na comunicação de pessoas não verbais?
Para famílias e pessoas não verbais, o Expressia é um aplicativo de Comunicação Alternativa, gratuito, facílimo de usar e totalmente personalizável.
Em segundos é possível criar cartões com figuras, fotos, texto, voz e até músicas, e agrupá-los em pranchas temáticas de acordo com o contexto da comunicação. Depois, é só tocar nos cartões em sequência para compor frases e expressar ideias e pensamentos rapidamente!
Além disso, na função Estimulação Cognitiva, profissionais juntam imagens, texto, voz ou músicas para criar atividades personalizadas de associação, ordenação, ou contação de histórias para realizar com seus pacientes ou alunos.
Eye-D -Esse aplicativo não serve para ajudar deficientes visuais a acessarem a Internet, mas sim para fazer com que eles possam identificar seus arredores ao sair na rua de um jeito simples e rápido, uma vez que os textos são convertidos em falas. O aplicativo é gratuito. Com versão para Android e IOS.
Facilitando a acessibilidade – Conheça um pouco mais sobre acessibilidade e as atuais tecnologias assistivas. Apresenta uma lista de softwares para pessoas com deficiência.
Guiaderodas – Mais de 800 cidades por 32 países já foram avaliadas no Guiaderodas, aplicativo para pessoas com deficiência ou restrição de mobilidade, como cadeirantes e idosos.
Ele funciona de forma colaborativa, com participação de toda a sociedade: os próprios usuários do aplicativo informam se o local é acessível, parcialmente acessível, não acessível ou se ainda não foi avaliado. A avaliação de acessibilidade do lugar, seja um bar, restaurante, prédio público ou outro, pode ser feita por qualquer pessoas em até 30 segundos.
Dessa forma, o aplicativo previne o constrangimento de a pessoa com deficiência se deslocar até o estabelecimento e se frustrar. O Guiaderodas pode ser baixado em smartphones com sistema Android ou iOS.
HandTalk – Para os surdos que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e também para aqueles que querem se comunicar com eles mesmo não tendo o conhecimento da LIBRAS, esse aplicativo é um tradutor simultâneo dos dois idiomas. Disponível gratuitamente no Google Play ou na AppStore. Eles oferecem também soluções corporativas sob medida para acessibilidade em LIBRAS para empresa, como insira botão de acessibilidade em sites para tornar o conteúdo acessível para deficientes auditivos.
iBrailler Notes – É um aplicativo para iOS que permite escrever em Braille no iPad. Com ele, você pode digitar em Braille diretamente para criar, editar e compartilhar anotações. Para facilitar ainda mais seu uso, o app deve ser usado em conjunto com o recurso VoiceOver do iOS.
Letícia – Produzido pela empresa F123 Consultoria, um sintetizador de voz, batizado de Letícia, reproduz uma voz feminina em português e pode ser usado em praticamente todos os tipos de leitores de tela e sistemas operacionais de tecnologia assistiva.
LibrasOffice – Uma interface livre e gratuita projetada especificamente para auxiliar usuários a partir da tradução, em Língua Brasileira de Sinais (Libras), do pacote de softwares LibreOffice – que oferece editor de texto e editor de planilhas, entre outros. Estudantes e pesquisadores, sob a coordenação do professor Henrique Cukierman, do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (Pesc) da Coppe, desenvolveram um software que propicia a autonomia e dispensa a presença de intérprete ou instrutor para o uso do computador. A iniciativa foi desenvolvida pelo Laboratório de Informática e Sociedade (LabIS) e faz parte de um projeto de extensão homônimo. Já licenciado como software livre, o LibrasOffice está disponível para Microsoft Windows e ambiente Linux no site do projeto.
MecDaisy – Um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado. A ferramenta está disponível gratuitamente no portal do ministério.
NVDA – O NVDA foi feito para ler em voz alta até o mais mínimo detalhe da tela do PC. Pensado para garantir o livre acesso de deficientes visuais às novas tecnologias, é um programa de código aberto e totalmente grátis.
Parking Mobility – Para os Deficientes Físicos: com certeza você já viu alguém infringindo a lei e estacionando em vagas destinadas para deficientes, não é mesmo? A proposta deste aplicativo é denunciar isso. Você pode mandar uma foto do veículo com a prova para as autoridades locais e ele será multado devidamente. Também é importante porque ajuda na regulação das leis, fazendo com que elas valham a pena em municípios
Pro Deaf – ProDeaf é um software de tradução de texto e voz na língua portuguesa para Libras – a língua brasileira de sinais, com o objetivo de realizar a comunicação entre surdos e ouvintes.
Que Fala! – Aplicativo destinado a facilitar a comunicação de pessoas com deficiências que afetem a fala. Como funciona: o aplicativo oferece uma série de ilustrações identificadas por palavras escritas e em áudio. O usuário seleciona figuras que correspondam ao que ele quer dizer e pode até montar pequenas frases.
See Color– Já imaginou um mundo sem cor? Conhecer as cores torna as pessoas independentes e capacitadas à fazerem suas próprias escolhas no dia a dia. Por isso, a startup See Color, participante do Legado Semente 2020, foi criada. A iniciativa permite que as pessoas com algum tipo de deficiência visual entendam e “leiam” as cores.
Seeing AI – É um aplicativo que está ajudando a mudar a vida de pessoas cegas ou com alguma deficiência visual. Usando o poder da Inteligência Artificial, o Seeing AI oferece soluções inteligentes para facilitar a vida de pessoas com algum problema de visão. Com sua ajuda, essas estão tendo mais facilidade para entender o que está acontecendo ao seu redor.
Tandera dinheiro – Para Deficientes Visuais: a proposta do aplicativo para todos os operacionais de smarthphone é identificar as cédulas de dinheiro de sua carteira e evitar eventuais espertos em prestação de serviço. A câmera digital identifica o valor da cédula e informa ao usuário por meio de sistema de voz. O aplicativo é gratuito.
TelepatiX – Pessoas que não conseguem falar e têm movimentos muito limitados, como pacientes de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e indivíduos acometidos de Paralisia Cerebral ou sequelas de Acidente Vascular Cerebral / Encefálico (AVC/AVE) podem usar o TelepatiX para se comunicar. O aplicativo oferece um alfabeto que é percorrido por uma varredura sequencial de linhas e colunas. O próprio utilizador consegue escolher a velocidade da varredura.
Veever – É um aplicativo gratuito que utiliza a tecnologia de microlocalização e inteligência artificial para facilitar a locomoção e a interação de pessoas com deficiência visual em ambientes internos e externos.
VoiceOver – Desenvolvido pela Apple, o VoiceOver contempla pessoas com deficiência visual. São várias funcionalidades. Ele é capaz de ler o conteúdo da tela em voz alta, atender comandos de gestos, oferecer suporte para teclado em braile, descrever imagens, entre outras. É possível ainda assistir a filmes no iPhone com audiodescrições das cenas e ouvir as legendas ocultas e faixas de legenda através do VoiceOver. Apenas para iOS.
Wheelmap – Não sabe se determinado local é acessível para cadeirantes? O Wheelmap pode ajudar. Disponível em mais de 20 idiomas, ele é um mapa de acessibilidade de locais públicos em diversos cantos do mundo. Os próprios usuários contribuem inserindo novas informações ou atualizando as anteriores. É possível, inclusive, descrever quais os problemas de acessibilidade apresentados pelo lugar em questão. Tem versões para desktop, Android e iOS.
W3C – Reune estudos que abrangem o trabalho essencial desenvolvido pelo W3C para alcaçar uma Web para Todos, além de apresentar pesquisas recentes em áreas onde a Web pode resolver problemas emergentes para pessoas reais.
5 DIVERSOS
Acessibilidade UFRJ – A Diretoria de Acessibilidade (DIRAC), vinculada ao Gabinete da Reitora, trabalha coletando dados relativos à acessibilidade na UFRJ, identificando demandas e necessidades, mantendo interlocução com as diversas instâncias dentro e fora da universidade, sugerindo e propondo aquisição e adaptação de mobiliários e materiais didático-pedagógicos adaptados, apoiando execução de eventos, campanhas e ações para a garantia da cidadania.
Acessibilidade em foco – Produzido e mantido com a colaboração de pessoas com deficiência visual. Apresenta conteúdo variado: livros acessíveis, receitas, tutoriais de uso de aplicativos e fonte de programas de computador.
Acessibilitati – Perfil no instagram para profissionais da informação tornarem bibliotecas acessíveis para pessoas com deficiência.
AUDIOTECA Brasil – É um projeto de pesquisa e extensão universitária, produzido pelo LabMiD – Laboratório de Mídias Digitais: usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e pelo GRID – Grupo de Pesquisa em Interações Digitais. Trata-se de um repositório de audiolivros digitais de acesso livre, elaborados a partir de gravações originais de clássicos da literatura brasileira cujos direitos autorais estejam em Domínio Público. O projeto interdisciplinar presta-se, assim, a preservar a memória literária da língua portuguesa e a torná-la mais acessível à sociedade.
À curadoria das obras gravadas e disponibilizadas gratuitamente em versões de áudio, articula-se a instância da pesquisa documental e bibliográfica.
Audioteca Sal & Luz – Instituição filantrópica, que produz e empresta de forma gratuita livros falados (audiolivros) para pessoas com deficiência visual em todo território nacional. Possui mais de 1.700 associados e conta com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.
Audio Books HQ – AudioBooksHQ permite que você baixe e ouça sob demanda, de forma gratuita, onde quer que esteja, quando estiver pronto. Encontre até mesmo os livros mais bem avaliados com o clique de um botão.
Arara Azul – Com suas três empresas: Editora Arara Azul, Arara Azul Educacional e Centro Virtual de Cultura Surda e Diversidade tem por missão o desenvolvimento de ações destinadas à valorização das línguas gestuais, orais e/ou escritas, à promoção das culturas surda e ouvinte e à aceitação das diversidades humanas. Disponibiliza livros em LIBRAS (alguns de forma gratuita).
Bengala legal – Apresenta artigos, vídeos, notícias sobre acessibilidade, inclusão social, desenho universal e políticas públicas que regem os assuntos sobre pessoas com deficiência.
Biblioteca Digital e Sonora/UNB – A Biblioteca Digital e Sonora foi criada com o objetivo de atender a demanda dos deficientes visuais (da UnB e da comunidade em geral), coletando, reunindo, organizando e armazenado materiais em formato digital a fim de satisfazer as necessidades de informação de seus usuários.
Dorinateca – Espaço web mantido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. Basta fazer um pequeno cadastro para ter acesso a livros em formato Daisy, livros falados e livros em Braille, tendo direito a fazer até três downloads mensais. Também existe a possibilidade de downloads dobrados no mês de aniversário.
Fundação Dorina Nowill para cegos – A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico.
Há mais de 70 anos, temos nos dedicado à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das formas como fazemos isso é por meio da produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.
Inclue – Somos a primeira plataforma digital que dá voz à dor de consumo das Pessoas com Deficiência e as conecta às marcas por meio de soluções inclusivas para comprarem com liberdade e autonomia.
Intervox – Projetos de acessibilidade do Instituto Tércio Pacitti – NCE/UFRJ – Este servidor abriga projetos voltados para proporcionar a pessoas com deficiência novas oportunidades com base na tecnologia de informática, além de projetos de grande notoriedade apoiados por nossas instituições parceiras. Acesso ao download do Dosvox.
Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – Atende em torno de 600 alunos, da Educação Infantil até o Ensino Médio. A arte e o esporte completam o atendimento diferenciado do INES aos seus alunos. O ensino profissionalizante e os estágios remunerados ajudam a inserir o surdo no mercado de trabalho. O Instituto também apóia o ensino e a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e ainda atende a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social.
Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.
O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.
LibriVox – Audiolivros de domínio público gratuito, lido por voluntários de todo o mundo. Os audiobooks LibriVox são gratuitos para qualquer pessoa ouvir, em seus computadores, iPods ou outro dispositivo móvel, ou para gravar em um CD.
Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.
Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.
A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.
MecDaisy – Um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado. A ferramenta está disponível gratuitamente no portal do ministério.
Pessoas com deficiência – O site apresenta o seguinte conteúdo: artigos, capacitação, concursos públicos, educação especial, leis e jurisprudência, mercado de trabalho, dentre outros assuntos sobre deficientes e acessibilidade.
Portal Cegos Brasil – Disponibiliza séries com áudio descrição, filmes com áudio descrição, novelas com áudio descrição, minisséries com áudio descrição, desenhos com áudio descrição, animes com áudio descrição, audiolivros gratuitamente.
Rede Brasileira de Estudos e Conteúdos Adaptados (REBECA) – É uma rede de cooperação entre Instituições Públicas de Ensino Superior com o objetivo de intercâmbio de informações técnicas e compartilhamento de catálogos e acervos adaptados, destinados ao atendimento e suporte informacional acadêmico a pessoas com deficiência visual.
Repositório Digital HUET – Repositório do INES que disponibiliza textos, vídeos imagens, animação, jogos, livros, acessíveis para pessoas com deficiência auditiva.
Tocalivros – É um app brasileiro que disponibiliza as obras no idioma nativo. Se colocando como uma livraria virtual, é possível comprar e fazer download de diversas obras, inclusive, com opções grátis. O aplicativo oferece mais de 2 mil áudiolivros, que podendo ser escutados em modo offline. Oferece também o smart play que possibilita o controle de velocidade, seleção de capítulo, marcado de páginas, dentre outras funcionalidade. O app oferece 15 dias gratuitos, após esse período paga R$14,90 por mês.
Vision Vox – Este site tem como finalidade, promover a acessibilidade a livros de todos os gêneros possíveis. Foi criado por deficientes visuais na intenção de promover o acesso a leitura de livros por muitos outros deficientes. A intenção desse trabalho é proporcionar a leitura e acesso aos livros não impressos em Braille.
W3C – Reúne estudos que abrangem o trabalho essencial desenvolvido pelo W3C para alcaçar uma Web para Todos, além de apresentar pesquisas recentes em áreas onde a Web pode resolver problemas emergentes para pessoas reais.
Publicado em 21/06/2021.
Fontes de Informação para Pesquisas
Fontes de informação para pesquisa em Educação
Fontes de informação para pesquisa na área de Direção Teatral
Tipos de documentos e fontes de pesquisa
Normas da ABNT – Trabalhos Acadêmicos, Referências e Citações
NBR 14724:2024 – Trabalhos acadêmicos – Apresentação
NBR 10520:2023 – Citações em documentos – Apresentação
NBR 6028:2021 – Resumos, resenhas e recensão – Apresentação
NBR 6023:2025 – Referências – Elaboração
Acesso as normas da ABNT na UFRJ Target GEDWeb. Confira aqui o tutorial de acesso.
Manual para Elaboração e Normalização de Trabalhos Acadêmicos SiBI/UFRJ 2025
Tutorial Normas da ABNT: NBR 6023/2018 – Referências
Vídeo Descomplicando o uso da norma de Referências da ABNT: NBR 6023/2018
Hashtags com dicas sobre trabalhos acadêmicos
#bibcfchufrjdicastrabalhos e #bibcfchufrjtipostrabalhos
Conheça o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) que tem a finalidade de educar, registrar, avaliar, monitorar e acompanhar as pesquisas.
Leia mais aqui sobre este comitê que atende as áreas de Ciências Humanas e Sociais.
Videoaulas – Leitura e Produção de Textos em Educação
A Biblioteca do CFCH disponibiliza aqui as 10 videoaulas da disciplina Leitura e Produção de Textos em Educação para o curso de Pedagogia oferecida pelo Prof. Marcelo Macedo Correa e Castro (ver Lattes) durante o Período Letivo Exepcional (PLE) de 2020 da UFRJ.
Ementa: Leitura e escrita como práticas sociais. Contextualização e caracterização geral da produção textual acadêmica. Gêneros textuais acadêmciso predominantes na área de educação. Gêneros de leitura e de escrita solicitados aos estudantes nos cursos de graduação. Condições, estratégias e processos de leitura e de produção textual de gêneros acadêmicos.
Videoaula 1. Tema 1. Parte 1 – Apresentação da Disciplina. Assistir
Videoaula 2. Tema 1. Parte 2 – O Gênero Memorial de Entrada. Assistir
Videoaula 3. Tema 2 – Práticas sociais de leitura e de escrita. Assistir
Videoaula 4. Tema 3 – Caracterização geral da escrita acadêmica. Assistir
Videoaula 5. Tema 4 – Gêneros mais frequentes da área de Educação. Assistir
Videoaula 6. Tema 5 – Gêneros de registro e memória fichamento, resumo e resenha. Assistir
Videoaula 7. Tema 6 – O Género Anteprojeto de Trabalho de Conclusão de Curso. Assistir
Videoaula 8. Tema 7 – O Gênero Trabalho de Conclusão de Curso. Assistir
Videoaula 9. Tema 8 – O Gênero Acadêmico Ensaio. Assistir
Videoaula 10. Tema 9 – O Gênero Memorial de Saída. Assistir
Videoaula 11. Tema 10 – O Gênero Acadêmico Artigo Científico. Assistir

O Clipping Saiba Mais tem por objetivo de divulgar os produtos e serviços da biblioteca, além de dicas para apoiar o ensino, a pesquisa e a extensão. Espera-se atingir usuários que não utilizam as redes sociais, por isso, será distribuído por e-mail e aplicativos de mensagem. O primeiro número foi publicado em 13/07/2020 e sua periodicidade é mensal.
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n. 21, Jan.Dez. 2024 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 20, Jan.Dez. 2023 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 19, Edição Especial 2022 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 18, Maio.Dez. 2022 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 17, Jan.Abr. 2022 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 16, Nov.Dez. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 15, Out. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 14, Set. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 13, Ago. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 12, Jul. 2021 Edição especial #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 11, Maio-Jun. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 10, Abr. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 9, Mar. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 8, Fev. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 7, Jan. 2021 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 6, Dez. 2020 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
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n. 3, Set. 2020 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 2, Ago. 2020 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
n. 1, Jul. 2020 #SaibaMais – Clipping da Biblioteca do CFCH
Um espaço virtual de encontro e divulgação da produção científica e cultural da UFRJ para repensar e ressignificar formas de estarmos juntos durante a pandemia. Uma visão ampla e colaborativa das ações de ensino, pesquisa e extensão da UFRJ, reunindo estu-dantes, docentes, técnico-administrativos e terceirizados da comunidade universitária e convidados. O evento acontece de 14 a 24 de julho de 2020. Fonte: https://festivaldoconhecimento.ufrj.br
Ações da Biblioteca do CFCH no evento:
– Vocês sabem o que a Biblioteca do CFCH está fazendo em tempos de pandemia? Assistir
Festival do Conhecimento 2020
Um espaço virtual de encontro e divulgação da produção científica e cultural da UFRJ para repensar e ressignificar formas de estarmos juntos durante a pandemia. Uma visão ampla e colaborativa das ações de ensino, pesquisa e extensão da UFRJ, reunindo estu-dantes, docentes, técnico-administrativos e terceirizados da comunidade universitária e convidados. O evento acontece de 14 a 24 de julho de 2020. Fonte: https://festivaldoconhecimento.ufrj.br
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ECOmeço 2020
Entenda como funciona a Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Assista o vídeo. Assistir.
I Seminário Lena Vania Ribeiro Pinheiro de Comunicação Científica 2025
Apresentação “Coleção Especial Lena Vania Ribeiro Pinheiro da Biblioteca do CFCH/UFRJ”, de autoria de Camila Teixeira, Gilda Alvarenga e Leonardo Talone.
O seminário ocorreu na Fundação Casa de Rui Barbosa em 29 de agosto de 2025.
Assista ao vídeo.
Acesse o arquivo da apresentação.
Atualizado em 26/01/2026.
Na Biblioteca do CFCH o valor de memória é adotado como critério para a seleção das obras que integram as coleções especiais.
Algumas destas coleções são bibliotecas de indivíduos (professores) e possuem o nome de seus proprietários originais, outras são coleções oriundas de instituições que no contexto desta universidade tem como a finalidade gerar recursos de pesquisa que sirvam para apoiar as necessidades de ensino, pesquisa e extensão.
As Coleções Especias da Biblioteca do CFCH estão localizadas no Espaço Anísio Teixeira e podem ser consultadas localmente, não sendo passíveis de empréstimo. Para saber mais, clique no nome da coleção:
– Coleção Suely Souza de Almeida
– Coleção Biblioteca Radiofônica Tude de Souza
– Coleção Maria Inácia D’Ávila Neto
NOBUCO KAMEYAMA (1940-2011)
Descendente de japoneses, nasceu em 1940, no município de Lins, em São Paulo. Família modesta, de pequenos proprietários rurais, era a filha mais velha entre 8 irmãos. Nobuco recebeu o apoio e incentivo de seu avô paterno e de sua mãe para ingressar nos estudos. Seu primeiro emprego foi aos 17 anos, já na área social como Agente de Família, atendendo aos trabalhadores rurais e suas famílias, que eram expulsos do campo por conta da política de erradicação do café, no final da década de 50. Essa experiência influenciou seu ingresso, em 1959, na segunda turma do curso de Serviço Social na Faculdade de Serviço Social de Lins (FSSL), fundada em 1958 com o objetivo de oferecer assistência à população carente e aos demais problemas gerados pelo êxodo rural. Ao longo de toda a sua graduação, continuou trabalhando como Agente de Família e assim que concluiu o curso iniciou sua carreira docente na mesma faculdade em que se formou.
Como professora, aproximou-se do Movimento Estudantil, que estava ganhando força na época, e passou a questionar o currículo do curso, inconformada com a proposta e metodologia com que ensinava. Acreditava que os universitários não estavam sendo preparados para atuar na realidade, pois a teoria não atendia aos problemas sociais da época, como o êxodo rural e o aumento da mendicância em larga escala. Nesse mesmo período, foi convidada pelo bispo Dom Pedro Paulo Kopp – recém-chegado à Diocese de Lins – a coordenar o Plano Social da Igreja, que passava por grandes mudanças. Como fruto desse trabalho, foi uma das responsáveis pela criação do Instituto Paulista de Promoção Humana (IPPH) que atuava nas comunidades rurais e tinha por objetivo a capacitação e o crescimento socioeconômico dessa população.
Por conta do contexto político do Brasil na década de 60, a população rural sofria diversos problemas, principalmente devido à substituição da agricultura pela pecuária – o que gerava a demissão em massa de inúmeros trabalhadores do campo. Kameyama via de perto todas as dificuldades vividas por essa parte da população e atuava ativamente junto aos camponeses, buscando alianças e parcerias com estudiosos da área, com a Igreja Católica e diversas outras instituições. Com o início da ditadura militar no Brasil, em 1964, houve a derrubada de todos os trabalhos e movimentos sociais existentes e a expressa proibição de novas organizações. Em decorrência das inúmeras manifestações de resistência da população, bem como do movimento estudantil, foi instaurado o AI-5, no final de 1968. O projeto desenvolvido com a população rural de Lins e a própria FSSL tornaram-se alvo de vigilância e ataques, e com isso, Kameyama foi profundamente atingida.
Dois documentos foram redigidos – um denunciando a Ditadura e outro expondo os motivos reais da extinção do projeto – e assinados por diversas pessoas, dentre elas, Kameyama. Como consequência, ela passa por fortes investigações, sendo intimada a responder interrogatórios, além de ter sua casa invadida e, antes de ser presa, consegue sair do Brasil com o apoio do amigo Dom Paulo Kopp, bispo da Diocese de Lins.
Ao longo de seus anos de trabalho e comprometimento com a luta dos trabalhadores rurais, Kameyama se deparou com diversos questionamentos e inquietações, relacionados à teoria e prática de sua profissão. Sem poder retornar ao Brasil, instala-se na Bélgica, onde cursa especialização em Ciências Sociais. Posteriormente, muda-se para a França ingressando no mestrado e em seguida no doutorado, visando crescimento e aperfeiçoamento pessoal e intelectual. Durante os anos de exílio aproximou-se do marxismo e, com isso, passa a compreender melhor os conflitos da terra e dos camponeses, aprofundando seus estudos no movimento social, no conflito social da terra e nas relações de trabalho. Só no final de 1978 retorna ao Brasil.
Na década de 80 – marcando o final da ditadura – houve um aumento significativo dos movimentos sociais no Brasil, que passaram a tratar de novos temas, como as questões das mulheres, dos negros, das crianças, entre outros. Nesse contexto, com todo o conhecimento adquirido, Kameyama contribuiu ativamente para o Serviço Social brasileiro, que se encontrava em processo de revisão em seu currículo para atender às inúmeras mudanças e transformações que ocorriam no país. No mesmo ano de seu retorno é nomeada diretora da Faculdade de Serviço Social de Lins (FSSL) em São Paulo, trazendo novos pontos de vista, metodologias e mudando toda a concepção tradicional do Serviço Social. Outras universidades também estavam em processo de revisão curricular e, a partir desse movimento nacional, foi aprovada a Resolução 6, de 23 de setembro de 1982, que implantava o novo currículo do curso.
Kameyama enxergava a prática do Serviço Social intimamente relacionada com a militância política; e o assistente social, comprometido com a classe trabalhadora. Foi peça fundamental na reestruturação do Serviço Social no Brasil, contribuindo e participando ativamente nesse processo. Faleceu em setembro de 2011, na cidade de São Paulo.
1 Formação Acadêmica
1959/1964 – Graduação em Serviço Social (FSSL – Faculdade de Serviço Social de Lins, SP).
1970/1972 – Especialização em Ciências Sociais e Econômicas (Universite Catholique de Louvain, Bélgica).
1972/1975 – Mestrado em Sociologia (École des Hautes Études en Sciences Sociales, França). Dissertação intitulada “A dinâmica da consciência entre os agricultores em uma região agrícola”.
1975/1978 – Doutorado em Geografia Social (École des Hautes Études en Sciences Sociales, França). Tese intitulada “Ideologias de estrutura agrícola e movimento de agricultores no Brasil”.
2 Atuação Profissional:
1965/1966 – Professora auxiliar no Instituto Toledo de Ensino, atual Centro Universitário de Bauru, SP.
1970/1971 – Professora visitante na FAL (Faculdade Auxilium de Filosofia, Lins/SP).
1978/1985 – Professora adjunta na FSSL.
1983/1993 – Professora adjunta na PUC-SP.
1985/1989 – Professora adjunta na UFF.
1987/1990 – Professora visitante na UFRJ.
1990/1996 – Professora adjunta na UFRJ.
1996/2011 – Professora titular na UFRJ.
Iniciou sua carreira na UFRJ em 1987 como professora visitante e ao longo dos anos ocupou diversos cargos de destaque na Universidade, como o de vice-diretora da Escola de Serviço Social – ESS (1998-2002) e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (2002-2004), contribuindo para um redimensionamento da pós-graduação na ESS e transformando-a em um centro de pesquisa de excelência, reconhecido no Brasil e no exterior. Nesse período também foi coordenadora de valiosos convênios com instituições nacionais e internacionais:
– 1996/2003 – Convênio de cooperação acadêmica e intercâmbio técnico, científico e cultural entre UFRJ e Universidade da República, Montevideo/Uruguai.
– 2002/2004 – Convênio de cooperação acadêmica e intercâmbio técnico, científico e cultural entre UFRJ e Universidade do Pará.
– 2000/2005 – Projeto de cooperação acadêmica entre os programas de pós-graduação da UFRJ (equipe líder) e UFPE (equipe associada) – PROCAD/CAPES.
Também atuou ativamente junto às agências de fomento ao estudo e pesquisa. Foi consultora (1983 a 1985) e representante da Área de Serviço Social (1995 a 1997) na CAPES, e em 1990 tornou-se consultora do CNPq.
2.1 Disciplinas ministradas na UFRJ:
– Serviço Social e Política Social.
– Teoria e Prática de Serviço Social.
– Metodologia de Pesquisa em Serviço Socia
.
2.2 Linhas de Pesquisa:
– École des Hautes Études en Sciences Sociales, 1972 a 1978: Formulários de Acumulação e Modo de Industrialização.
– PUC/SP, 1982 a 1993: Prática Profissional.
– PUC/SP, 1983 a 1993: Poder Local e Movimentos Sociais.
2.3 Áreas de Atuação:
– Grandes Áreas: Ciências Humanas; Ciências Sociais Aplicadas.
– Subáreas: Fundamentos do Serviço Social; Sociologia Rural; Políticas Rurais; Serviço Social Aplicado.
– Especialidades: Política Agrícola; Estrutura Agrária; Movimentos Sociais dos Trabalhadores Rurais; Políticas Sociais Públicas e Privadas; Serviço Social do Trabalho.
3 Textos Publicados
Nobuco Kameyama apresentou inúmeros trabalhos – frutos de uma vida dedicada aos estudos e pesquisas na área – em palestras, conferências, seminários, congressos, exposições, entre outros eventos, em diversas instituições no Brasil e no exterior. Foi coordenadora de cursos de especialização; participou de diversas bancas examinadoras e orientou alunos de graduação, mestrado e doutorado. A seguir, destacamos parte de sua produção bibliográfica.
3.1 Artigos:
KAMEYAMA, N. Crise e reestruturação no capitalismo tardio: elementos pertinentes para o Serviço Social. Revista Praia Vermelha: estudos de política e teoria social, Rio de Janeiro, n.16/17, p. 228-277, 2007. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
KAMEYAMA, N. Direito ao trabalho ou abolição do sistema de trabalho assalariado. Revista do Programa de Mestrado em Serviço Social da PUC/RJ, Rio de Janeiro, 2005.
KAMEYAMA, N. O papel da pós-graduação e da pesquisa na formação profissional. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Brasília, v. 8, 2004.
KAMEYAMA, N. Ética empresarial. Revista Praia Vermelha: estudos de política e teoria social, Rio de Janeiro, v. 11, p. 148-166, 2004. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
KAMEYAMA, N. A nova configuração das políticas sociais. Revista Praia Vermelha: estudos de política e teoria social, Rio de Janeiro, v. 5, p. 197-215, 2002.
KAMEYAMA, N. As tendências da gestão da força de trabalho nas empresas brasileiras. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Brasília, v. 6, p. 23-38, 2002.
KAMEYAMA, N. Filantropia empresarial e entidades da sociedade civil: o trabalho do assistente social e as políticas sociais, Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Brasília, v. 04, 2001.
KAMEYAMA, N. A trajetória da produção de conhecimentos em serviço social: avanços e tendências. Cadernos ABESS, São Paulo, v. 8, p. 33-76, 1998.
KAMEYAMA, N. Proposta básica para o projeto de formação profissional. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, v. 50, p. 143-152, 1996.
KAMEYAMA, N. Metodologia: uma questão em questão: 1. concepção de teoria e metodologia. Cadernos ABESS, São Paulo, n.3, p. 99-116, 1995. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
KAMEYAMA, N. La politica de l’assistência: la antinomia entre la ideologia dominada. Accion Critica, Lima, v. 30, p. 13-41, 1992.
KAMEYAMA, N. Opposition entre l’ideologia des classes dominantes e I’ideologie dominee. Transformations Sociales et Dynamique Culturelle, Paris, v. 1, n.1/2, p. 15-31, 1989.
KAMEYAMA, N. Articulação da política social com o desenvolvimento econômico e o serviço social. Debates Sociais, Rio de Janeiro, v. 47, n.1/2, p. 41-53, 1988.
KAMEYAMA, N. A fala dos trabalhadores sobre o plano nacional de referência agrária. ABRA/ CEDEC, São Paulo, v. 1, n.1/2, p. 147-151, 1985.
KAMEYAMA, N. A prática na formação profissional. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, v. 6, n.1/2, p. 29-32, 1981.
KAMEYAMA, N. Problemas do oeste paulista. Revista de Cultura Vozes, Rio de Janeiro, v. 8/ 63, p. 675-716, 1969.
3.2 Livros:
KAMEYAMA, N. et al. Transformations sociales et dynamique culturelle. Paris: Éditions du Centre National de la Recherche Scientifique, 1981. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
3.3 Capítulos de livros:
KAMEYAMA, N. Prefácio. In: SCHOONS, S. M. (org.). A Assistência na ordem e na desordem. São Paulo: Cortez, 1999, v. 1.
KAMEYAMA, N. Notas introdutórias para a discussão sobre reestruturação produtiva e Serviço Social. In: MOTA, A. E. (org.). A nova fábrica de consensos. São Paulo: Cortez., 1998, p. 7-22. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
KAMEYAMA, N. Assistência como direito social e ampliação da cidadania. In: SCHOONS, S. M. (org.). Assistência Social entre a ordem e “des-ordem”: mistificação dos direitos sociais e da cidadania. São Paulo: Cortez, 1998, p. 9-21. (Disponível na Biblioteca do CFCH)
3.4 Trabalhos completos publicados em eventos:
KAMEYAMA, N. A construção da pós-graduação em Serviço Social no Brasil e Cone Sul e suas contribuições para a formação de docentes e produção do conhecimento: balanço crítico. In: OFICINA NACIONAL DA ABEPSS; O ENSINO DO TRABALHO PROFISSIONAL DESAFIOS PARA A AFIRMAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES E DO PROJETO ÉTICO-POLÍTICO E O ENCONTRO DAS UNIDADES DE ENSINO DO CONE SUL; A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL, 2004, Florianópolis. Anais […]. Florianópolis: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, 2004.
KAMEYAMA, N. Direito ao trabalho e as políticas públicas de geração de emprego e/ou renda. In: JORNADA DE PESQUISADORES DA ABEPSS/REGIÃO LESTE, 1., 2004, Brasília. Anais […] Brasília: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, 2004.
KAMEYAMA, N. Direito ao Trabalho ou Fim da Sociedade Salarial. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 11.; ENCONTRO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL E SEGURIDADE, 3., 2004, Fortaleza. Anais […] Fortaleza: Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, 2004.
KAMEYAMA, N. Novas formas de gestão da força de trabalho. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES EM SERVIÇO SOCIAL, 8., 2003, Juiz de Fora. Anais […] Juiz de Fora: UFJF, 2003.
KAMEYAMA, N. Ética empresarial. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ÉTICA E DIREITOS HUMANOS, 2003, Rio de Janeiro. Anais […] Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.
KAMEYAMA, N. Terceiro Setor e Políticas Sociais Empresariais. O Serviço Social e a Questão Social, Brasília, v.2, p. 245-254. Trabalho apresentado no 7. Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social, Brasília, 2000.
KAMEYAMA, N. Representações do trabalho e os modelos de gestão e assistência empresarial. In: JORNADA DE PESQUISADORES EM CIÊNCIAS HUMANAS, 5., 1999, Rio de Janeiro. Anais […] Rio de Janeiro: UFRJ, 1999.
KAMEYAMA, N. Serviço Social no século XXI: tendências e problemas contemporâneos. In: SEMANA DO ASSISTENTE SOCIAL, 1998, Curitiba. Anais […] Curitiba: Conselho Regional de Serviço Social., 1998.
KAMEYAMA, N.. Catálogo de teses de doutorado e dissertações de mestrado da área de Serviço Social: 1974/1995. In: ENCONTRO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM SERVIÇO SOCIAL, 5., 1996, Rio de Janeiro. Anais […] Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
KAMEYAMA, N. A formação profissional do assistente social no Brasil: indicações diagnósticas. In: SEMINARIO TALLER: ALAETS: DESAFIOS ATUALES, FUTUROS, 1990, Colômbia. Anais […] Colômbia: ABESS/CEDEPSS, 1990.
KAMEYAMA, N. Política agrária e movimentos sociais rurais. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 5., 1985, São Paulo. Anais […] São Paulo, 1985.
4 Outras informações
Dez/2010 – Nobuco Kameyama recebe homenagem durante o XII ENPESS (Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social), realizado na UERJ. Fonte: CFESS.
25/11/2015 – O Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Identidade (NEPI) do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUC-SP realizou o “Colóquio sobre o legado de Nobuco Kameyama”. Estiveram presentes professores, pesquisadores e alunos da graduação e pós-graduação. Fonte: PUC-SP.
Fontes consultadas:
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Nobuco presente! Disponível em: http://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/628. Acesso em: 03 abr. 2020.
KAMEYAMA, N. Currículo Lattes. Disponível em: http://lattes.cnpq.br/2347241866383070. Acesso em: 02 abr. 2020.
ROSA, E. T. S. História e memória em Serviço Social: a trajetória profissional de Nobuco Kameyama. 2016. Tese (Doutorado em Serviço Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/19096/4/Elizabete%20Terezinha%20Silva%20Rosa.pdf. Acesso em: 01 abr. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Escola de Serviço Social divulga nota de pesar pelo falecimento de Nobuco Kameyama. Disponível em: https://ufrj.br/noticia/2015/10/22/escola-de-servi-o-social-divulga-nota-de-pesar-pelo-falecimento-de-nobuco-kameyama