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  • Acessibilidade

     

    1 AUDIOLIVROS GRATUÍTOS:

     

    Acessibilidade em foco – Produzido e mantido com a colaboração de pessoas com deficiência visual. Apresenta conteúdo variado: livros acessíveis, receitas, tutoriais de uso de aplicativos e fonte de programas de computador.

     

    AUDIOTECA Brasil – É um projeto de pesquisa e extensão universitária, produzido pelo Laboratório de Mídias Digitais (LabMiD): usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e pelo Grupo de Pesquisa em Interações Digitais (GRID). Trata-se de um repositório de audiolivros digitais de acesso livre, elaborados a partir de gravações originais de clássicos da literatura brasileira cujos direitos autorais estejam em Domínio Público. O projeto interdisciplinar presta-se, assim, a preservar a memória literária da língua portuguesa e a torná-la mais acessível à sociedade. À curadoria das obras gravadas e disponibilizadas gratuitamente em versões de áudio, articula-se a instância da pesquisa documental e bibliográfica.

     

    Audioteca Sal & Luz – Instituição filantrópica, que produz e empresta de forma gratuita livros falados (audiolivros) para pessoas com deficiência visual em todo território nacional. Possui mais de 1.700 associados e conta com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.

     

    Audio Books HQ – AudioBooksHQ permite que você baixe e ouça sob demanda, de forma gratuita.

     

    Biblioteca Digital e Sonora/UNB – Criada com o objetivo de atender a demanda dos deficientes visuais (da Universidade de Brasília e da comunidade em geral), coletando, reunindo, organizando e armazenado materiais em formato digital a fim de satisfazer as necessidades de informação de seus usuários.

     

    Dorinateca – Espaço web mantido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. Basta fazer um pequeno cadastro para ter acesso a livros em formato Daisy, livros falados e livros em Braille, tendo direito a fazer até três downloads mensais. Também existe a possibilidade de downloads dobrados no mês de aniversário.

     

    Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.

    O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.

     

    LibriVox – Audiolivros de domínio público gratuito, lido por voluntários de todo o mundo. Os audiobooks LibriVox são gratuitos para qualquer pessoa ouvir, em seus computadores, iPods ou outro dispositivo móvel, ou para gravar em um CD.

     

    Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.

    A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.

     

    Portal Cegos Brasil – Disponibiliza séries com áudio descrição, filmes com áudio descrição, novelas com  áudio descrição, minisséries com áudio descrição, desenhos com áudio descrição, animes com áudio descrição, audiolivros gratuitamente.

     

    Rede Brasileira de Estudos e Conteúdos Adaptados (REBECA) – É uma rede de cooperação entre Instituições Públicas de Ensino Superior com o objetivo de intercâmbio de informações técnicas e compartilhamento de catálogos e acervos adaptados, destinados ao atendimento e suporte informacional acadêmico a pessoas com deficiência visual.

     

    Vision Vox – Tem como finalidade, promover a acessibilidade a livros de todos os gêneros possíveis. Foi criado por deficientes visuais na intenção de promover o acesso a leitura de livros por muitos outros deficientes. A intenção desse trabalho é proporcionar a leitura e acesso aos livros não impressos em Braille.

     

     

     

    2 LIVROS EM LIBRAS GRATUITOS

     

    Arara Azul – Com suas  três empresas: Editora Arara Azul, Arara Azul Educacional e Centro Virtual de Cultura Surda e Diversidade tem por missão o desenvolvimento de ações destinadas à valorização das línguas gestuais, orais e/ou escritas, à promoção das culturas surda e ouvinte e à aceitação das diversidades humanas. Disponibiliza livros em LIBRAS (alguns de forma gratuita).

     

    Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.

     

    Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.

    A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.

     

    Repositório Digital HUET – Repositório do INES que disponibiliza textos, vídeos imagens, animação, jogos, livros, acessíveis para pessoas com deficiência auditiva.

     

     

     

    3 SITES SOBRE ACESSIBILIDADE/INCLUSÃO

     

    Acessibilidade na prática– Blog elaborado por Frederico Rios que busca: fiscalizar, informar, denunciar, conscientizar sobre acessibilisade/inclusão.

     

    Bengala legal – Apresenta artigos, vídeos, notícias sobre acessibilidade, inclusão social, desenho universal e políticas públicas que regem os assuntos sobre pessoas com deficiência.

     

    Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (FADERS) – Tem como missão propor, articular, coordenar e promover, em conjunto com a sociedade e através da participação desta, a implantação de políticas públicas que garantam a cidadania das Pessoas com Deficiência e das Pessoas com Altas Habilidades, em todas ás áreas de atuação do Estado.

     

    Fundação Dorina Nowill para cegos – É uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há mais de 70 anos, se dedicando à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das formas como fazem isso é por meio da produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.

     

    Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – Atende em torno de 600 alunos, da Educação Infantil até o Ensino Médio. A arte e o esporte completam o atendimento diferenciado do INES aos seus alunos. O ensino profissionalizante e os estágios remunerados ajudam a inserir o surdo no mercado de trabalho. O Instituto também apóia o ensino e a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e ainda atende a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social.

     

    Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.

    O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.

     

    Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.

     

    Pessoas com deficiência – O site apresenta o seguinte conteúdo: artigos, capacitação, concursos públicos, educação especial, leis e jurisprudência, mercado de trabalho, dentre outros assuntos sobre deficientes e acessibilidade.

     

     

     

    4 TECNOLOGIA INCLUSIVA GRATUITA

     

    Aplicativos de celular para pessoas com deficiências – Apresenta uma seleção de aplicativos testados e desenvolvidos especialmente para pessoas com deficiência.

     

    Aramumo – É um jogo desenvolvido por estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a fim de estimular a aprendizagem em crianças e jovens com dislexia. O aplicativo também pode ser usado por pessoas com dificuldade de aprendizado ou com deficiência intelectual. No jogo, o usuário precisa resolver palavras-cruzadas com o uso de sílabas. Disponível para sistema Android.

     

    Be My Eyes – é um aplicativo para iPhone e iPad que permite ajudar a cegos do mundo inteiro por meio de videochamadas. De forma voluntária, qualquer pessoa pode se cadastrar para ajudar a descrever o que aparece no vídeo a alguém precisando de auxílio, seja a validade do leite ou o ambiente ao redor da pessoa.

     

    Big Laucher – Disponibiliza uma nova interface com ícones grandes e alto contraste na tela. Gratuito mas para ter todas as funcionalidades tem que adquirir a paga.

     

    BlindSquare – Para Deficientes Visuais – O aplicativo tem como função indicar a localização por voz. Ele lhe diz o ponto exato em que você está e dá indicação de rotas para chegar ao endereço desejado, também indicado ao GPS do smarthphone ou tablet via comendo de voz. Disponível apenas para plataforma Android. O bacana é que dá até para fazer check in como no Foursquare do Android apenas por comando de voz.

     

    Bus Alert – Para Deficientes Físicos e Visuais – Para quem pega ônibus e tem dificuldade de locomoção, esperar em um ponto pode ser complicado. O Bus Alert é feito para indicar o trajeto do ônibus e o quanto ele está distante do ponto de parada. Infelizmente ele só está disponível para os moradores de Ribeirão Preto e São Paulo para as plataformas Android e Java, mas vale a iniciativa para ser usado em todo o Brasil. O Bus Alert serve sobretudo para os deficientes visuais, pois alerta sobre a proximidade do ônibus via comando de voz.

     

    Clapp-in: aplaudindo os lugares acessíveis – Clapp-in funciona como uma bússola para quem possui necessidades especiais. Com o app – e o recurso de geolocalização do celular ativado -, você pode encontrar bons lugares acessíveis da cidade. A pesquisa pode ser por espaços planejados para quem possui uma deficiência específica (ex: lugares indicados para pessoas com deficiência auditiva), ou por categorias, como universidades, vida noturna, restaurantes e residências acessíveis.

     

    Comando de voz do Google Store – Para Deficientes Motores – Para quem tem problemas de digitação por amputação ou doenças como Parkinson, o aplicativo de comando de voz presente no Android irá detectar o microfone e digitar todas as palavras faladas perto do aparelho. Ele é gratuito e automático para quem tem Google no aparelho e bem simples de usar. Ajuda em quem tem problemas de firmeza nas mãos ou não sabe usar o teclado automático também da tela touchscream.

     

    CPqD Alcance – É um projeto da instituição brasileira disponível gratuitamente na loja do Google. O sistema é um guia completo para deficientes visuais, com narração automática da tela e com auxílio para quase todas as funções básicas e avançadas do celular. Disponível para Android 4.0 ou superior, o sistema é de simples navegação e tem configurações que tentam manter a privacidade do usuário, permitindo que ele escreva sozinho. Após instalado, o CPqD Alcance já se torna a interface padrão do celular, sem a necessidade de cadastro.

     

    Dinheiro Brasileiro – O Aplicativo Dinheiro Brasileiro auxilia as pessoas deficientes visuais a reconhecerem o dinheiro. O seu funcionamento é preciso, não depende de internet para fazer o reconhecimento das notas. O usuário deverá a cada identificação clicar no ícone que fica na parte superior da tela para fazer um novo reconhecimento. Ele está disponível na loja do Google e é grátis.

     

    Dosvox – O sistema Dosvox não é propriamente um leitor de telas, mas um sistema de acesso a computadores para deficientes. Possui recursos interessantes, como editor de texto, calculadora, agenda, jogos, dicionário etc.

     

    ESNews – Para Deficientes Visuais – Este aplicativo é uma alternativa de leitura, pois ele lê a matéria completa dos principais jornais espanhóis e acessa suas redes sociais, lendo também os textos e postagens de amigos. É gratuito e pode ser feito o download para uso apenas em iPhone, iPad e iPhone Touch.

     

    Expressia – Muitas pessoas são incapazes de se expressar pela fala. E então, como saber o que elas pensam? E se existisse um recurso acessível e intuitivo que ajudasse na comunicação de pessoas não verbais?

    Para famílias e pessoas não verbais, o Expressia é um aplicativo de Comunicação Alternativa, gratuito, facílimo de usar e totalmente personalizável.

    Em segundos é possível criar cartões com figuras, fotos, texto, voz e até músicas, e agrupá-los em pranchas temáticas de acordo com o contexto da comunicação. Depois, é só tocar nos cartões em sequência para compor frases e expressar ideias e pensamentos rapidamente!

    Além disso, na função Estimulação Cognitiva, profissionais juntam imagens, texto, voz ou músicas para criar atividades personalizadas de associação, ordenação, ou contação de histórias para realizar com seus pacientes ou alunos.

     

    Eye-D -Esse aplicativo não serve para ajudar deficientes visuais a acessarem a Internet, mas sim para fazer com que eles possam identificar seus arredores ao sair na rua de um jeito simples e rápido, uma vez que os textos são convertidos em falas. O aplicativo é gratuito. Com versão para Android e IOS.

     

    Facilitando a acessibilidade – Conheça um pouco mais sobre acessibilidade e as atuais tecnologias assistivas. Apresenta uma lista de softwares para pessoas com deficiência.

     

    Guiaderodas – Mais de 800 cidades por 32 países já foram avaliadas no Guiaderodas, aplicativo para pessoas com deficiência ou restrição de mobilidade, como cadeirantes e idosos.

    Ele funciona de forma colaborativa, com participação de toda a sociedade: os próprios usuários do aplicativo informam se o local é acessível, parcialmente acessível, não acessível ou se ainda não foi avaliado. A avaliação de acessibilidade do lugar, seja um bar, restaurante, prédio público ou outro, pode ser feita por qualquer pessoas em até 30 segundos.

    Dessa forma, o aplicativo previne o constrangimento de a pessoa com deficiência se deslocar até o estabelecimento e se frustrar. O Guiaderodas pode ser baixado em smartphones com sistema Android ou iOS.

     

    HandTalk – Para os surdos que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e também para aqueles que querem se comunicar com eles mesmo não tendo o conhecimento da LIBRAS, esse aplicativo é um tradutor simultâneo dos dois idiomas. Disponível gratuitamente no Google Play ou na AppStore. Eles oferecem também soluções corporativas sob medida para acessibilidade em LIBRAS para empresa, como insira botão de acessibilidade em sites para tornar o conteúdo acessível para deficientes auditivos.

     

    iBrailler Notes – É um aplicativo para iOS que permite escrever em Braille no iPad. Com ele, você pode digitar em Braille diretamente para criar, editar e compartilhar anotações. Para facilitar ainda mais seu uso, o app deve ser usado em conjunto com o recurso VoiceOver do iOS.

     

    Letícia – Produzido pela empresa F123 Consultoria, um sintetizador de voz, batizado de Letícia, reproduz uma voz feminina em português e pode ser usado em praticamente todos os tipos de leitores de tela e sistemas operacionais de tecnologia assistiva.

     

    LibrasOffice – Uma interface livre e gratuita projetada especificamente para auxiliar usuários a partir da tradução, em Língua Brasileira de Sinais (Libras), do pacote de softwares LibreOffice – que oferece editor de texto e editor de planilhas, entre outros. Estudantes e pesquisadores, sob a coordenação do professor Henrique Cukierman, do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (Pesc) da Coppe, desenvolveram um software que propicia a autonomia e dispensa a presença de intérprete ou instrutor para o uso do computador.  A iniciativa foi desenvolvida pelo Laboratório de Informática e Sociedade (LabIS) e faz parte de um projeto de extensão homônimo. Já licenciado como software livre, o LibrasOffice está disponível para Microsoft Windows e ambiente Linux no  site do projeto. 

     

    MecDaisy – Um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado. A ferramenta está disponível gratuitamente no portal do ministério.

     

    NVDA – O NVDA foi feito para ler em voz alta até o mais mínimo detalhe da tela do PC. Pensado para garantir o livre acesso de deficientes visuais às novas tecnologias, é um programa de código aberto e totalmente grátis.

     

    Parking Mobility – Para os Deficientes Físicos: com certeza você já viu alguém infringindo a lei e estacionando em vagas destinadas para deficientes, não é mesmo? A proposta deste aplicativo é denunciar isso. Você pode mandar uma foto do veículo com a prova para as autoridades locais e ele será multado devidamente. Também é importante porque ajuda na regulação das leis, fazendo com que elas valham a pena em municípios

     

    Pro Deaf – ProDeaf é um software de tradução de texto e voz na língua portuguesa para Libras – a língua brasileira de sinais, com o objetivo de realizar a comunicação entre surdos e ouvintes.

     

    Que Fala! – Aplicativo destinado a facilitar a comunicação de pessoas com deficiências que afetem a fala. Como funciona: o aplicativo oferece uma série de ilustrações identificadas por palavras escritas e em áudio. O usuário seleciona figuras que correspondam ao que ele quer dizer e pode até montar pequenas frases.

     

    See Color– Já imaginou um mundo sem cor? Conhecer as cores torna as pessoas independentes e capacitadas à fazerem suas próprias escolhas no dia a dia. Por isso, a startup See Color, participante do Legado Semente 2020, foi criada. A iniciativa permite que as pessoas com algum tipo de deficiência visual entendam e “leiam” as cores. 

     

    Seeing AI – É um aplicativo que está ajudando a mudar a vida de pessoas cegas ou com alguma deficiência visual. Usando o poder da Inteligência Artificial, o Seeing AI oferece soluções inteligentes para facilitar a vida de pessoas com algum problema de visão. Com sua ajuda, essas estão tendo mais facilidade para entender o que está acontecendo ao seu redor.

     

    Tandera dinheiro – Para Deficientes Visuais: a proposta do aplicativo para todos os operacionais de smarthphone é identificar as cédulas de dinheiro de sua carteira e evitar eventuais espertos em prestação de serviço. A câmera digital identifica o valor da cédula e informa ao usuário por meio de sistema de voz. O aplicativo é gratuito.

     

    TelepatiX – Pessoas que não conseguem falar e têm movimentos muito limitados, como pacientes de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e indivíduos acometidos de Paralisia Cerebral ou sequelas de Acidente Vascular Cerebral / Encefálico (AVC/AVE) podem usar o TelepatiX para se comunicar. O aplicativo oferece um alfabeto que é percorrido por uma varredura sequencial de linhas e colunas. O próprio utilizador consegue escolher a velocidade da varredura.

     

    Veever – É um aplicativo gratuito que utiliza a tecnologia de microlocalização e inteligência artificial para facilitar a locomoção e a interação de pessoas com deficiência visual em ambientes internos e externos.

     

    VoiceOver – Desenvolvido pela Apple, o VoiceOver contempla pessoas com deficiência visual. São várias funcionalidades. Ele é capaz de ler o conteúdo da tela em voz alta, atender comandos de gestos, oferecer suporte para teclado em braile, descrever imagens, entre outras. É possível ainda assistir a filmes no iPhone com audiodescrições das cenas e ouvir as legendas ocultas e faixas de legenda através do VoiceOver. Apenas para iOS.

     

    Wheelmap – Não sabe se determinado local é acessível para cadeirantes? O Wheelmap pode ajudar. Disponível em mais de 20 idiomas, ele é um mapa de acessibilidade de locais públicos em diversos cantos do mundo. Os próprios usuários contribuem inserindo novas informações ou atualizando as anteriores. É possível, inclusive, descrever quais os problemas de acessibilidade apresentados pelo lugar em questão. Tem versões para desktop, Android e iOS.

     

    W3C – Reune estudos que abrangem o trabalho essencial desenvolvido pelo W3C para alcaçar uma Web para Todos, além de apresentar pesquisas recentes em áreas onde a Web pode resolver problemas emergentes para pessoas reais.

     

     

     

    5 DIVERSOS

     

    Acessibilidade UFRJ – A Diretoria de Acessibilidade (DIRAC), vinculada ao Gabinete da Reitora, trabalha coletando dados relativos à acessibilidade na UFRJ, identificando demandas e necessidades, mantendo interlocução com as diversas instâncias dentro e fora da universidade, sugerindo e propondo aquisição e adaptação de mobiliários e materiais didático-pedagógicos adaptados, apoiando execução de eventos, campanhas e ações para a garantia da cidadania.

     

    Acessibilidade em foco – Produzido e mantido com a colaboração de pessoas com deficiência visual. Apresenta conteúdo variado: livros acessíveis, receitas, tutoriais de uso de aplicativos e fonte de programas de computador.

     

    Acessibilitati – Perfil no instagram para profissionais da informação tornarem bibliotecas acessíveis para pessoas com deficiência.

     

    AUDIOTECA Brasil – É um projeto de pesquisa e extensão universitária, produzido pelo LabMiD – Laboratório de Mídias Digitais: usos sociais das tecnologias de informação e comunicação e pelo GRID – Grupo de Pesquisa em Interações Digitais. Trata-se de um repositório de audiolivros digitais de acesso livre, elaborados a partir de gravações originais de clássicos da literatura brasileira cujos direitos autorais estejam em Domínio Público. O projeto interdisciplinar presta-se, assim, a preservar a memória literária da língua portuguesa e a torná-la mais acessível à sociedade.

    À curadoria das obras gravadas e disponibilizadas gratuitamente em versões de áudio, articula-se a instância da pesquisa documental e bibliográfica.

     

    Audioteca Sal & Luz – Instituição filantrópica, que produz e empresta de forma gratuita livros falados (audiolivros) para pessoas com deficiência visual em todo território nacional. Possui mais de 1.700 associados e conta com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.

     

    Audio Books HQ – AudioBooksHQ permite que você baixe e ouça sob demanda, de forma gratuita, onde quer que esteja, quando estiver pronto. Encontre até mesmo os livros mais bem avaliados com o clique de um botão.

     

    Arara Azul – Com suas  três empresas: Editora Arara Azul, Arara Azul Educacional e Centro Virtual de Cultura Surda e Diversidade tem por missão o desenvolvimento de ações destinadas à valorização das línguas gestuais, orais e/ou escritas, à promoção das culturas surda e ouvinte e à aceitação das diversidades humanas. Disponibiliza livros em LIBRAS (alguns de forma gratuita).

     

    Bengala legal – Apresenta artigos, vídeos, notícias sobre acessibilidade, inclusão social, desenho universal e políticas públicas que regem os assuntos sobre pessoas com deficiência.

     

    Biblioteca Digital e Sonora/UNB – A Biblioteca Digital e Sonora foi criada com o objetivo de atender a demanda dos deficientes visuais (da UnB e da comunidade em geral), coletando, reunindo, organizando e armazenado materiais em formato digital a fim de satisfazer as necessidades de informação de seus usuários.

     

    Dorinateca – Espaço web mantido pela Fundação Dorina Nowill  para Cegos. Basta fazer um pequeno cadastro para ter acesso a livros em formato Daisy, livros falados e livros em Braille, tendo direito a fazer até três downloads mensais. Também existe a possibilidade de downloads dobrados no mês de aniversário.

     

    Fundação Dorina Nowill para cegos – A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico.

    Há mais de 70 anos, temos nos dedicado à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das formas como fazemos isso é por meio da produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.

     

    Inclue – Somos a primeira plataforma digital que dá voz à dor de consumo das Pessoas com Deficiência e as conecta às marcas por meio de soluções inclusivas para comprarem com liberdade e autonomia.

     

    Intervox – Projetos de acessibilidade do Instituto Tércio Pacitti – NCE/UFRJ – Este servidor abriga projetos voltados para proporcionar a pessoas com deficiência novas oportunidades com base na tecnologia de informática, além de projetos de grande notoriedade apoiados por nossas instituições parceiras. Acesso ao download do Dosvox.

     

    Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – Atende em torno de 600 alunos, da Educação Infantil até o Ensino Médio. A arte e o esporte completam o atendimento diferenciado do INES aos seus alunos. O ensino profissionalizante e os estágios remunerados ajudam a inserir o surdo no mercado de trabalho. O Instituto também apóia o ensino e a pesquisa de novas metodologias para serem aplicadas no ensino da pessoa surda e ainda atende a comunidade e os alunos nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e assistência social.

     

    Instituto Benjamin Constant (IBC) – É mais do que uma escola que atende crianças e adolescentes cegos, surdocegos, com baixa visão e deficiência múltipla; é também um centro de referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual, capacitando profissionais e assessorando instituições públicas e privadas nessa área, além de reabilitar pessoas que perderam ou estão em processo de perda da visão.

    O Instituto é comprometido também com a produção e difusão da pesquisa acadêmica no campo da Educação Especial. Através da Imprensa Braille, edita e imprime livros e revistas em Braille, além de contar com um farto acervo eletrônico de publicações científicas.

     

    LibriVox – Audiolivros de domínio público gratuito, lido por voluntários de todo o mundo. Os audiobooks LibriVox são gratuitos para qualquer pessoa ouvir, em seus computadores, iPods ou outro dispositivo móvel, ou para gravar em um CD.

     

    Libras Gerais – O objetivo do portal é contribuir para a inclusão social dos surdos e auxiliar estudantes de LIBRAS e profissionais da área no desenvolvimento e aprimoramento de seus conhecimentos através da disponibilização de informações diversificadas e materiais inclusivos.

     

    Mais diferenças – Fundada em 2005 por um grupo de militantes com e sem deficiência de diferentes áreas e trajetórias de trabalho. É uma associação qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Ministério da Justiça e como Entidade Promotora de Direitos Humanos pela Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Seus projetos e iniciativas são realizados por meio de parcerias com os setores público e privado, terceiro setor, universidades, organizações internacionais e nacionais.

    A Mais Diferenças trabalha com a produção coletiva de saberes e práticas, valorizando as múltiplas formas de ser e estar no mundo. Acredita em inclusão e acessibilidade para além da deficiência, como formas de abarcar a diversidade. O site disponibiliza livros acessíveis e materiais didáticos acessíveis.

     

    MecDaisy – Um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado. A ferramenta está disponível gratuitamente no portal do ministério.

     

    Pessoas com deficiência – O site apresenta o seguinte conteúdo: artigos, capacitação, concursos públicos, educação especial, leis e jurisprudência, mercado de trabalho, dentre outros assuntos sobre deficientes e acessibilidade.

     

    Portal Cegos Brasil – Disponibiliza séries com áudio descrição, filmes com áudio descrição, novelas com  áudio descrição, minisséries com áudio descrição, desenhos com áudio descrição, animes com áudio descrição, audiolivros gratuitamente.

     

    Rede Brasileira de Estudos e Conteúdos Adaptados (REBECA) – É uma rede de cooperação entre Instituições Públicas de Ensino Superior com o objetivo de intercâmbio de informações técnicas e compartilhamento de catálogos e acervos adaptados, destinados ao atendimento e suporte informacional acadêmico a pessoas com deficiência visual.

     

    Repositório Digital HUET – Repositório do INES que disponibiliza textos, vídeos imagens, animação, jogos, livros, acessíveis para pessoas com deficiência auditiva.

     

    Tocalivros – É um app brasileiro que disponibiliza as obras no idioma nativo. Se colocando como uma livraria virtual, é possível comprar e fazer download de diversas obras, inclusive, com opções grátis. O aplicativo oferece mais de 2 mil áudiolivros, que podendo ser escutados em modo offline. Oferece também o smart play que possibilita o controle de velocidade, seleção de capítulo, marcado de páginas, dentre outras funcionalidade. O app oferece 15 dias gratuitos, após esse período paga R$14,90 por mês.

     

    Vision Vox – Este site tem como finalidade, promover a acessibilidade a livros de todos os gêneros possíveis. Foi criado por deficientes visuais na intenção de promover o acesso a leitura de livros por muitos outros deficientes. A intenção desse trabalho é proporcionar a leitura e acesso aos livros não impressos em Braille.

     

    W3C – Reúne estudos que abrangem o trabalho essencial desenvolvido pelo W3C para alcaçar uma Web para Todos, além de apresentar pesquisas recentes em áreas onde a Web pode resolver problemas emergentes para pessoas reais.

     

     

     

    Publicado em 21/06/2021.

     

  • Fontes de informação

     

    Fontes de Informação para Pesquisas

    Fontes de informação UFRJ

    Fontes de informação para pesquisa em Educação

    Fontes de informação para pesquisa na área de Direção Teatral

    Tipos de documentos e fontes de pesquisa

     

    Normas da ABNT – Trabalhos Acadêmicos, Referências e Citações

            NBR 14724:2024 – Trabalhos acadêmicos – Apresentação

            NBR 10520:2023 – Citações em documentos – Apresentação

            NBR 6028:2021 – Resumos, resenhas e recensão – Apresentação

            NBR 6023:2025 – Referências – Elaboração

     

    Acesso as normas da ABNT na UFRJ Target GEDWeb. Confira aqui o tutorial de acesso.

     

    Manual para Elaboração e Normalização de Trabalhos Acadêmicos SiBI/UFRJ 2025

     

    Tutorial Normas da ABNT: NBR 6023/2018 – Referências 

    Vídeo Descomplicando o uso da norma de Referências da ABNT: NBR 6023/2018

    Hashtags com dicas sobre trabalhos acadêmicos

    #bibcfchufrjdicastrabalhos e #bibcfchufrjtipostrabalhos

     

    Conheça o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) que tem a finalidade de educar, registrar, avaliar, monitorar e acompanhar as pesquisas. 

     sobre este comitê que atende as áreas de Ciências Humanas e Sociais.

     

    Videoaulas – Leitura e Produção de Textos em Educação

    A Biblioteca do CFCH disponibiliza aqui as 10 videoaulas da disciplina Leitura e Produção de Textos em Educação para o curso de Pedagogia oferecida pelo Prof. Marcelo Macedo Correa e Castro (ver Lattes) durante o Período Letivo Exepcional (PLE) de 2020 da UFRJ.

    Ementa: Leitura e escrita como práticas sociais. Contextualização e caracterização geral da produção textual acadêmica. Gêneros textuais acadêmciso predominantes na área de educação. Gêneros de leitura e de escrita solicitados aos estudantes nos cursos de graduação. Condições, estratégias e processos de leitura e de produção textual de gêneros acadêmicos.

     

    Playlist

    Videoaula 1. Tema 1. Parte 1 – Apresentação da Disciplina. Assistir

    Videoaula 2. Tema 1. Parte 2 – O Gênero Memorial de Entrada. Assistir

    Videoaula 3. Tema 2 – Práticas sociais de leitura e de escrita. Assistir

    Videoaula 4. Tema 3 – Caracterização geral da escrita acadêmica. Assistir

    Videoaula 5. Tema 4 – Gêneros mais frequentes da área de Educação. Assistir

    Videoaula 6. Tema 5 – Gêneros de registro e memória fichamento, resumo e resenha. Assistir

    Videoaula 7. Tema 6 – O Género Anteprojeto de Trabalho de Conclusão de Curso. Assistir

    Videoaula 8. Tema 7 – O Gênero Trabalho de Conclusão de Curso. Assistir

    Videoaula 9. Tema 8 – O Gênero Acadêmico Ensaio. Assistir

    Videoaula 10. Tema 9 – O Gênero Memorial de Saída. Assistir

    Videoaula 11. Tema 10 – O Gênero Acadêmico Artigo Científico. Assistir

     

     

     
    Publicado em 21/06/2021. Atualizado em 02/07/2024
  • Festival do Conhecimento UFRJ

    Um espaço virtual de encontro e divulgação da produção científica e cultural da UFRJ para repensar e ressignificar formas de estarmos juntos durante a pandemia. Uma visão ampla e colaborativa das ações de ensino, pesquisa e extensão da UFRJ, reunindo estu-dantes, docentes, técnico-administrativos e terceirizados da comunidade universitária e convidados. O evento acontece de 14 a 24 de julho de 2020. Fonte: https://festivaldoconhecimento.ufrj.br

     

    Ações da Biblioteca do CFCH no evento:

    – Vocês sabem o que a Biblioteca do CFCH está fazendo em tempos de pandemia? Assistir

    – Como buscar TCCs?: conheça o Repositório Institucional Pantheon. Assistir
    – Descomplicando o uso da norma de Referências da ABNT(NBR 6023/2018). Assistir
     
    Parcerias:
    – Decania do CFCH. 24/07/2021. Conhecendo os Cursos de Filosofia e Ciências Humanas. Assistir
    – HUCFF/IDT. 17/07 – A experiência das bibliotecas universitárias HUCFF/IDT e CFCH. Assistir

     

  • Videos Biblioteca do CFCH

     

    Festival do Conhecimento 2020

    Um espaço virtual de encontro e divulgação da produção científica e cultural da UFRJ para repensar e ressignificar formas de estarmos juntos durante a pandemia. Uma visão ampla e colaborativa das ações de ensino, pesquisa e extensão da UFRJ, reunindo estu-dantes, docentes, técnico-administrativos e terceirizados da comunidade universitária e convidados. O evento acontece de 14 a 24 de julho de 2020. Fonte: https://festivaldoconhecimento.ufrj.br

     

    Ações da Biblioteca do CFCH no evento:

    – Vocês sabem o que a Biblioteca do CFCH está fazendo em tempos de pandemia? Assistir

    – Como buscar TCCs?: conheça o Repositório Institucional Pantheon. Assistir
    – Descomplicando o uso da norma de Referências da ABNT(NBR 6023/2018). Assistir
     
    Parcerias:
    – Decania do CFCH. 24/07/2021. Conhecendo os Cursos de Filosofia e Ciências Humanas. Assistir
    – HUCFF/IDT. 17/07 – A experiência das bibliotecas universitárias HUCFF/IDT e CFCH. Assistir
     
     
    SINTAE 2020
    25/11 – 09H00 ÀS 11H30 – Sala MINERVA 2 – Explorando as mídias sociais: da coleta à análise de dados. Assistir.
     
     

    ECOmeço 2020

    Entenda como funciona a Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Assista o vídeo. Assistir.

     

    I Seminário Lena Vania Ribeiro Pinheiro de Comunicação Científica 2025

    Apresentação “Coleção Especial Lena Vania Ribeiro Pinheiro da Biblioteca do CFCH/UFRJ”, de autoria de Camila Teixeira, Gilda Alvarenga e Leonardo Talone.

    O seminário ocorreu na Fundação Casa de Rui Barbosa em 29 de agosto de 2025.

    Assista ao vídeo.

    Acesse o arquivo da apresentação.

     

    Atualizado em 26/01/2026.

  • Novidades da ABNT 6023/2018 – Referências – Elaboração

    A Norma ABNT 6023 levou 16 anos para ser atualizada, as mudanças estão relacionadas a melhoria da descrição física do documento e as normas gramaticais. Houve um aumento significativo do número de exemplos, porém ao elaborar uma referência, é importante sempre verificar quais são os elementos essenciais para cada tipo de documento. Outra novidade é que foi criado um anexo para listar as abreviaturas usadas na norma, anteriormente recomendava-se o uso de outras duas normas.

    Confira aqui as novidades desta norma.

  • teste_de_artigo

    Isto é um teste.

    abnt icone

    (imagem já existente)

     

    teste de imagem

    (imagem injetada)

     

  • Memória: mobiliário

     

    Prédio Anexo do CFCH:

    Arquivo deslizante: doado pelo Sistema de Bibliotecas e Informação (SiBI) da UFRJ, abriga a coleção de periódicos.

    E2 DSC 0103

     Fonte: BtCFCH (2016).

     

    O mobiliário apresentado a seguir encontra-se em exposição no Espaço Anísio Teixeira da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas:

    Painel: recortes sobre Anísio Teixeira.

    20170622 104545 edit

    Fonte: BtCFCH (2017).

     

    Arquivo deslizante: doado pelo Sistema de Bibliotecas e Informação (SiBI) da UFRJ, abriga a Coleção INEP.

    M2 20140710 090515

    Fonte: BtCFCH (2016)..

     

    Móveis de Anísio Teixeira: Móveis que pertenceram ao Educador Anísio Teixeira, um dos diretores do INEP (1952-1964). Composto por uma mesa de trabalho, uma mesa de centro, um sofá de três lugares, duas poltronas e um mata-borrão doados pela filha do educador.

    metalica moveis anisio

    Fonte: BtCFCH (2018).

     

    Mesa de estudos: oriunda da antiga biblioteca da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) da UFRJ.

    metalica moveis mesa metalica moveis mesa detalhe

    Fonte: BtCFCH (2018).

     

    Chapeleira: oriunda da antiga biblioteca da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) da UFRJ.

    metalica moveis chapeleira

    Fonte: BtCFCH (2018).

     

     

    Ver também

    Galeria de Imagens: Biblioteca do CFCH

     

  • Memória: acervo INEP

     
     
    O ACERVO INEP NA UFRJ:30 ANOS… E MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR
    Texto de Maria Cristina Rangel Jardim*
     
    O Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos – INEP, ao ser criado em 30 de Julho de 1938 pelo Decreto-Lei nº 580 tinha, dentre os seus principais objetivos, o de caracterizar-se como um centro deexcelência, dedicado ao estímulo à pesquisa, à formulação de propostas educacionais e ao treinamento e aperfeiçoamento de pessoal, destacando-se como dinâmico fórum de debates e também como centro irradiador de idéias nas questões relativas ao ensino democrático no Brasil.
     
    Ao assumir a direção do Instituto, em 1952, Anísio Teixeira passou a dar maior ênfase ao trabalho de pesquisa. Seu objetivo era estabelecer centros de pesquisa como um meio de “fundar em bases científicas a reconstrução educacional do Brasil”. A idéia concretizou-se com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE), com sede no Rio de Janeiro, e dos Centros Regionais,
    nas cidades de Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo e PortoAlegre. Tanto o CBPE como os Centros Regionais foram instituídospelo Decreto 38.460 de 26/12/1955 e estavam vinculados à nova estrutura do INEP.
     
    A gestão de Anísio Teixeira – 1952 a 1964 – caracterizou-se porpromover a adoção de estudos sociológicos como instrumento complementar da Educação, com a finalidade de diagnosticar os
    principais problemas educacionais brasileiros. No final do ano de1953, Anísio Teixeira percebe a necessidade de sistematizar a produção desenvolvida pelas campanhas1 e setores do INEP.
     
    A Biblioteca, presente desde o início da fundação do INEP, teve,sob a administração de Anísio Teixeira (1952-1964), seu momento mais expressivo do ponto de vista qualitativo e quantitativo, no quese refere aos aspectos de modernização das atividades documentárias e de ampliação da abrangência de seu acervo, dotando-o deobras básicas, não só de educação, mas também, de ciências sociais, cultura brasileira, psicologia, antropologia e sociologia educacional.
     
    Com o golpe militar de 1964, a “estrutura INEP” (CBPE e CentrosRegionais), atravessa diversas dificuldades. Houve uma expressivaevasão de técnicos e de pesquisadores até que, em 1977, o CBPE foi extinto e o INEP definitivamente transferido para Brasília.
     
    A Biblioteca, a esta época com um acervo estimado em cerca de 70 mil volumes, foi desativada e, por decisões políticas, uma parte significativa de seu acervo é deixada no Rio de Janeiro, doado, em caráter definitivo, ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ em setembro de 1977, sendo organizado e aberto ao público em 1979, com o apoio financeiro da Fundação Universitária JoséBonifácio – FUJB. Este acervo encontra-se localizado na Biblioteca do CFCH – Espaço Anísio Teixeira, no Campus da Praia Vermelha.
     
     
    O Acervo INEP na UFRJ – Cronologia
     
    1977 – Doação do acervo ao CFCH/UFRJ;
     
    1979 – Organização e acesso ao público, liberado com o apoio financeiro da Fundação Universitária José Bonifácio – FUJB;
     
    1987 – Proposta de mudança da antiga Biblioteca Central doCFCH para um novo espaço físico, no mesmo Campus da Praia Vermelha. Todo o acervo foi encaixotado e transferido para um espaço na Faculdade de Letras, no Campus da Ilha do Fundão, lá permanecendo até 1990, quando a construção do novo prédio foi concluída;
     
    1990 – Retorno ao Campus da Praia Vermelha, sem que o espaço físico destinado à Biblioteca estivesse definido e concluído, tampouco as etapas do processo de reorganização estivessem estabelecidas e consolidadas. Parte do acervo encaixotado ficou no novo prédio e parte no restaurante “bandejão” da Praia Vermelha, já desativado;
     
    1990/1991 – Início do processo de abertura das caixas, armazenadas nas instalações do Espaço Anísio Teixeira (Livros), com vistas à organização progressiva dos volumes da coleção INEP neste espaço;
     
    1996 – Os procedimentos de organização foram interrompidos e as caixas restantes (em sua maioria, Periódicos) foram transporta das para o andar térreo e 2º andar do Prédio Anexo do CFCH;
     
    1998 – Nova iniciativa de organização, desta vez focalizando os periódicos que se mantinham, ainda, encaixotados, no Prédio Anexo do CFCH (Térreo e 2º andar);
    De acordo com o relatório do trabalho executado em 1998 poruma empresa de consultoria especialmente contratada para esteserviço, grande parte dos periódicos foi identificada e organizada
    nas estantes, em ordem alfabética, para serem, posteriormente,integrados ao acervo geral de periódicos, conforme a classificação adotada pela Biblioteca. No decorrer deste trabalho, foram encontrados 3.810 Livros da Coleção INEP que foram transferidos para o Espaço Anísio Teixeira,armazenados em caixas;
     
    2000 – Medidas adotadas para a unificação de todo o acervo de periódicos em um único ambiente. Realização dos serviços de análise e avaliação da coleção localizada no Prédio Anexo do CFCH, verificando inconsistências, danos às publicações, duplicidade de títulos e completeza das coleções. Este trabalho foi realizado pela equipe da Biblioteca. Houve, também, mudanças no lay-out, com corte e nova disposição das estantes e adequação do sistema de iluminação;
     
    Jul./2002 – Coleção geral de periódicos transferida do Prédio da Decania do CFCH para o Prédio Anexo do CFCH pela equipe da Biblioteca. Essa transferência movimentou cerca de 42.900 documentos e teve como principal objetivo integrar os acervos de Periódicos da Coleção INEP com o da Coleção Geral Biblioteca do CFCH;
     
    2004 – Continuidade do processo de organização do Acervo INEP/CBPE na UFRJ (Livros) no Espaço Anísio Teixeira.
     […]
     
    Principais “recortes” de pesquisa
     
    Observamos que os estudos sobre o acervo, na UFRJ, têm início no ano de 1993, dando conta à comunidade pesquisadora do seu uso e mantendo sua identidade como o Acervo INEP na UFRJ.
     
    Pretendemos registrar os trabalhos e as pesquisas que apresentaram resultados conclusivos e que foram conduzidos de maneira a tratar dos assuntos definidos pelos objetivos delineados e inicialmente propostos.
     
    a) No ano de 1993, em Monografia apresentada à Escola de Biblioteconomia da UNI-RIO, registramos o primeiro trabalho de pesquisa, na UFRJ, sobre o acervo INEP: Catálogo preliminar de obras raras e/ou especiais da Biblioteca do INEP, elaborado pela servidora Sueli Palma Borges Paranhos, que identificou 92 títulos. Este trabalho foi apresentado no III Encontro Nacional de Acervo Raro, eventoparalelo ao BIBLOS 2000 – 17º Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 10 a 15 de Abril de 1994, Belo Horizonte.
     
    b) No ano de 1999, o projeto Um olhar para o mundo – contemporaneidade de Anísio Teixeira apresenta, na Biblioteca do CFCH, a Exposição Contemporaneidade de Anísio Teixeira, de 2 de Setembro a 8 de Outubro de 1999, iniciando a série de eventos comemorativos do centenário de Anísio Teixeira. Com este projeto, foram identificados os títulos da obra escrita do educador e também as fontes consideradas matrizes de pensamento que alimentaram suas idéias.
     
    c) No ano de 2004, foi objeto de estudo com o Projeto “Espaço Anísio Teixeira: referência para pesquisa educacional no Brasil”, coordenado pela Profª Libânia Nacif Xavier, da Faculdade de Educação da UFRJ e realizado com o apoio da Fundação Universitária José Bonifácio – FUJB, com vistas a divulgar o conjunto de livros editados pela CBPE / INEP/ MEC, no período 1955-1965. O resultado deste Projeto foi apresentado no III Congresso Brasileiro de História de Educação/2004 e o resultado do material identificado pode ser consultado nos formatos: papel e eletrônico – CD-ROM.
     
    d) “Reestruturação de documentos do acervo da Biblioteca do CFCH – Espaço Anísio Teixeira” que, com recursos da FUJB, recuperou 100 volumes identificados pelo “Projeto Espaço Anísio Teixeira: referência para a pesquisa educacional no Brasil” (mencionado no item c).
     
    e) Em 2007, o Projeto: O Acervo do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP) no Espaço Anísio Teixeira da Biblioteca do CFCH (UFRJ): Proposta de Organização, que se caracteriza como projeto interinstitucional, uma vez que congrega pesquisadores de três instituições, a saber, PUC/RJ, UFRJ e UFF, no ano de 2006. O resultado deste Projeto foi apresentado no I Encontro de História da Educaçãodo Estado do Rio de Janeiro, 4 a 6/06/2007.
    […]
     
     
     
     
     
    1Campanha de Inquéritos e Levantamentos do Ensino Médio e Elementar – CILEME, criada em 01/04/1953, pela Portaria nº. 3 do INEP e Campanha do Livro Didático e dos Manuais de Ensino – CALDEME, criada em 14/07/1952, destinada a objetivar a assistência técnica ao professorado

    * JARDIM, Maria Cristina Rangel. O Acervo INEP na UFRJ:30 anos… e muita história pra contar. In: OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de (Org.). Universidade e lugares de memória. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fórum de Ciência e Cultura, Sistema de Bibliotecas e Informação, 2008. p. 279-289. (Série Memória, documentação e pesquisa, 2). Disponível em: <http://hdl.handle.net/11422/140). Acesso em: 30 jul. 2018.